Publicado originalmente no site Cidade de Niterói, no dia 22 de janeiro de 2026. Link: https://cidadedeniteroi.com/agenda/uff-niteroi-recebe-formatura-de-400-mulheres-do-projeto-artemisia/
O Projeto ARTEMÍSIA – Escola de Mulheres e Bioeconomia conclui, em janeiro, a formação de 400 mulheres em dez territórios do Estado do Rio de Janeiro. A certificação acontece no dia 26 de janeiro, no teatro da UFF, em Niterói, reunindo trajetórias que conectam trabalho, renda e regeneração ambiental.
Certificação no teatro da UFF em Niterói
A cerimônia de conclusão do ARTEMÍSIA – Escola de Mulheres e Bioeconomia será realizada no próximo dia 26 de janeiro, a partir das 14h, no teatro da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Icaraí, Niterói. O evento marca o encerramento do ciclo formativo de 2025, que capacitou 400 mulheres em territórios periféricos do Estado do Rio.
Territórios atendidos no Estado do Rio de Janeiro
A formação reuniu participantes de territórios de:
- Belford Roxo
- Cabo Frio
- Duque de Caxias
- Guaratiba
- Magé
- Mesquita
- Paracambi
- Realengo
- Recreio dos Bandeirantes
- São Gonçalo
Formação em bioeconomia com foco em trabalho, renda e comunidade
Desenvolvida pelo Instituto BR e pelo Sebrae-RJ, com coordenação acadêmica da UFF e do Movimento Cidade no Feminino, a iniciativa articula capacitação profissional e fortalecimento comunitário. O projeto parte do entendimento de que práticas ligadas ao território podem se transformar em alternativas concretas de geração de trabalho e renda, aliadas à regeneração ambiental.
Eixos práticos: cidadania, ervas medicinais e saboaria natural
Entre os eixos trabalhados, estão:
- cidadania;
- cultivo de ervas medicinais;
- saboaria natural (incluindo produção de sabonetes e cosméticos naturais).
A proposta destaca que o manejo de hortas comunitárias, o uso de plantas medicinais e a produção artesanal conectam as participantes à terra, resgatam saberes ancestrais e ampliam possibilidades econômicas.
Conteúdos e abordagem interseccional e inclusiva
Ao longo da formação, as alunas tiveram acesso a conteúdos sobre identidade, bioeconomia, empreendedorismo, comunicação, finanças e autocuidado, sempre sob uma perspectiva interseccional e inclusiva.